Vivemos importantes mudanças comunicacionais que impactam de forma decisiva no fazer político.
Desinformação, polarização, bolhas informativas são apenas alguns dos termos que passaram a ser correntes no debate público e muitas vezes relacionados a fatos políticos como eleições, manifestações ou ataques digitais.
Isso acontece ao mesmo tempo em que há uma escassez de dados sobre as realidades comunicativas, seja no âmbito nacional, quando consideramos o Brasil e suas diferenças regionais, ou no âmbito internacional, quando observamos as desigualdades latino-americanas, entre continentes e assim por diante. Neste contexto, produzir dados sobre as nossas realidades torna-se ainda mais essencial.
A ideia aqui é ampliar e aprofundar os conhecimentos sobre a relação entre o novo ecossistema de comunicação e a democracia a partir de diferentes realidades sociais, regionais e culturais.
Ampliar e aprofundar os conhecimentos sobre a relação entre o novo ecossistema de comunicação e a democracia a partir de diferentes realidades sociais, regionais e culturais.
Entender o fenômeno das fake news, desde a sua concepção, produção, circulação e consequência, passa pela compreensão do modo como a invisibilização tecnológica afeta a circulação informativa.
Compreender sobre como as mídias funcionam, como elas podem ser usadas e quais riscos oferecem em plataformas educacionais parece essencial, inclusive como forma de combate à desinformação.